Minha Tia Anita - Dóris Maria Malfatti
Livro 03/12
Por que escolhi este: No ano passado fiz o segundo módulo do curso de História da Arte no Brasil no MIS que finalmente abordou o movimento modernista (tão esperado, já que queria saber tudo sobre a Semana de 22) e me apresentou mais intimamente a esta grande mulher que foi Anita Malfatti. Durante o curso, a nossa professora Paula Palhares leu um trecho do livro escrito pela sobrinha de Anita que me deixou encantada. Quando finalmente coloquei meus dedinhos no livro, li em dois dias.
Pequena sinopse: Dóris Malfatti, sobrinha de Anita, nos apresenta Babynha, sua tia, que revolucionou a arte brasileira com um estilo novo e ousado para uma época em que só a pintura clássica era admirada. Ela nos conta a infância de Anita, suas viagens de estudo para a Europa e os Estados Unidos e a reação de todos quando retorna e revela seus trações fortes e cores intensas. Relata como a pintora aprendeu a viver com sua deficiência e detalhas suas aulas de pintura ministradas na varanda do casarão em Higienópolis.
Minha opinião: Fiquei encantada com a trajetória de Anita, suas escolhas, sua garra e sua coragem. Babynha deixou de ser a filha de imigrantes italianos e americanos para se tornar Anita, a mais importantes artista do inicio do século XX. Conseguiu superar as críticas ferrenhas de Monteiro Lobato (confesso aqui que já não era muito fã dele e depois das críticas feitas à Anita, ele caiu ainda mais em meu conceito!) e escrever seu nome na história da arte no Brasil.
Avaliação: 4,5/5
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sexta-feira, 28 de julho de 2017
quarta-feira, 8 de maio de 2013
O Ladrão de Arte
O Ladrão de Arte (The Art Thief) - Noah Charney
Ed. Intrínseca
Desde que estudei Arte e Cultura na Faculdade de Letras tenho um amor bandido por arte... Por que bandido? Porque ele vem e volta, chega sem avisar, fica um tempo, depois some de novo, mas lá no fundo do meu coração ele está presente, esperando uma oportunidade de mostrar a cara!
Por causa desse amor pela arte a capa e o título deste livro me chamaram a atenção na última Bienal do Livro (2012), além disso a Intrínseca estava com uma promoção que o livro custava R$ 5,00. Mesmo se fosse ruim, 5 reais não pagam nem um Nespresso hoje em dia.. Então lá foi O Ladrão de Arte para minha pilha de livros para ler.
O livro conta a história de Gabriel Coffin, investigador de arte, dono de um currículo de dar inveja e com relações no mundo da arte que vão desde de instituições acadêmicas até seguradoras.
Quando um Caravaggio é roubado do altar de uma igreja na Itália, um Malevitch some em Paris e a última aquisição de um importante leilão desaparece horas depois do martelo ser batido em Londres entra em cena não só Gabriel Coffin, mas também a New Scotland Yard para ajudar a desvendar esta série de crimes de obras de arte.
Segue então uma grande investigação cheia de mistérios que acontece no mercado negro de obras de arte, algo que apesar de não ser muito comentado por ai, faz circular muito dinheiro e quadros valiosíssimos.
O que achei mais interessante no livro é que durante a narrativa, aspectos da pintura são explicados de forma clara e bastante interessante. Como, por exemplo, a razão pela qual os quadros renascentistas com muita tinta azul são mais valiosos. Ótimo para despertar a curiosidade e nos fazer procurar mais informações sobre o assunto.
O Ladrão de Arte arquiteta uma rede de interesses e desvios de telas milionárias que fazem a atenção ficar presa no livro para você realmente entender o que esta acontecendo. Este é um grande atrativo do livro, mas também um dos pontos onde mais se deve prestar atenção. A trama é tão dinâmica que às vezes perdemos o fio da meada e temos que voltar algumas páginas. Mas nada que não seja possível recapitular.
Ed. Intrínseca
Desde que estudei Arte e Cultura na Faculdade de Letras tenho um amor bandido por arte... Por que bandido? Porque ele vem e volta, chega sem avisar, fica um tempo, depois some de novo, mas lá no fundo do meu coração ele está presente, esperando uma oportunidade de mostrar a cara!
Por causa desse amor pela arte a capa e o título deste livro me chamaram a atenção na última Bienal do Livro (2012), além disso a Intrínseca estava com uma promoção que o livro custava R$ 5,00. Mesmo se fosse ruim, 5 reais não pagam nem um Nespresso hoje em dia.. Então lá foi O Ladrão de Arte para minha pilha de livros para ler.
O livro conta a história de Gabriel Coffin, investigador de arte, dono de um currículo de dar inveja e com relações no mundo da arte que vão desde de instituições acadêmicas até seguradoras.
Quando um Caravaggio é roubado do altar de uma igreja na Itália, um Malevitch some em Paris e a última aquisição de um importante leilão desaparece horas depois do martelo ser batido em Londres entra em cena não só Gabriel Coffin, mas também a New Scotland Yard para ajudar a desvendar esta série de crimes de obras de arte.
Segue então uma grande investigação cheia de mistérios que acontece no mercado negro de obras de arte, algo que apesar de não ser muito comentado por ai, faz circular muito dinheiro e quadros valiosíssimos.
O que achei mais interessante no livro é que durante a narrativa, aspectos da pintura são explicados de forma clara e bastante interessante. Como, por exemplo, a razão pela qual os quadros renascentistas com muita tinta azul são mais valiosos. Ótimo para despertar a curiosidade e nos fazer procurar mais informações sobre o assunto.
O Ladrão de Arte arquiteta uma rede de interesses e desvios de telas milionárias que fazem a atenção ficar presa no livro para você realmente entender o que esta acontecendo. Este é um grande atrativo do livro, mas também um dos pontos onde mais se deve prestar atenção. A trama é tão dinâmica que às vezes perdemos o fio da meada e temos que voltar algumas páginas. Mas nada que não seja possível recapitular.
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